terça-feira, 1 de junho de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

Se cuidas de mim...

BEE!



Se cuidas de mim eu…

eu cuido de ti também
Dentro da minha mão
eu guardo-te bem
Se amarmos do principio
se perdermos tudo outra vez
vou marcar-te bem
como um sonho vão
dentro da minha mão

Se cuidas de mim
eu cuido de ti também
Se vens em paz
eu venho por bem

Se formos bebendo o chão deste caminho
vou guardar-te bem
agora que sei
que não vou sozinho.
por isso vem…

Há uma praia depois da sombra
uma clareira para iluminar
Há um abrigo no meio das ondas
tudo é caminho para iluminar
Por isso vem.

O dia em que te esqueci

Aqui fica uma sugestão de um livro... uma experiência de leitura feliz!





















"Quando amamos alguém, não perdemos só a cabeça, perdemos também o nosso coração. Ele salta para fora do peito e depois, quando volta, já não é o mesmo, é outro, com cicatrizes novas. E outras vezes não volta."

No expectations - Ana Moura



Take me to the station
And put me on a train
I've got no expectations
To pass through here again

Once I was a rich man and
Now I am so poor
But never in my sweet short life
Have I felt like this before

You heart is like a diamond
You throw your pearls at swine
And as I watch you leaving me
You pack my peace of mind

Our love was like the water
That splashes on a stone
Our love is like our music
Its here, and then its gone

So take me to the airport
And put me on a plane
I got no expectations
To pass through here again

Ai esta pena de mim - Amália Rodrigues

terça-feira, 20 de abril de 2010

Só mais uma vez...



SANTOLA aqui fica...

OBRIGADA MIGA.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Na lista dos teus fins, venho no fim
de uma página nunca publicada,
e é justo que assim seja, embora saiba
mexer palavras, e doer de frente,
e tenha esse talento conhecido
de acordar de manhã,
dormir à noite,
e ser, o dia todo, como gente,
nunca curei, como previa, a lepra
nem decifrei o delicado enigma
da letra morta que nos antecede.
Por muito te querer, talvez pudesses
dar-me um lugar qualquer mais adiante,
despir-te de pudor por um instante
e deixá-lo cobrir-e como um manto.

António Franco Alexandre