sexta-feira, 9 de abril de 2010

Tears in heaven - Choir Boys Version



Would you know my name
If I saw you in Heaven?
Will you be the same
If I saw you in Heaven?
I must be strong
And carry on
'Cause I know I don't belong
Here in Heaven

Would you hold my hand
If I saw you in Heaven?
Would you help me stand
If I saw you in Heaven?
I'll find my way
Through night and day
'Cause I know I just can't stay
Here in Heaven

Time can bring you down
Time can bend your knees
Time can break your heart
Have you begging please
Begging please

Beyond the door
There's peace
I'm sure
And I know there'll be no more
Tears in Heaven

Would you know my name
If I saw you in Heaven?
Will you be the same
If I saw you in Heaven?

Mudar comportamentos

Instalem umas destas lá em casa...

Portugal de rosto antigo

Ficam umas fotos de Portugal de outrora, acompanhadas de acordes de guitarra portuguesa pelas brilhantes mãos de Custódio Castelo.



Só mais um cheirinho de guitarra portuguesa...

O melhor do FreeStyle

Jeremy LYnch



Jeremy Lynch e Cristiano Ronaldo



Disfrutem...

quarta-feira, 31 de março de 2010

Rua da Saudade

Aqui fica um pouco de um espectáculo que vale a pena assistir. NÓS estivémos lá!


PARTE I



PARTE II


CANÇÃO DE MADRUGAR


CAVALO À SOLTA


ESTRELA DA TARDE


Falta para completar a música da DESFOLHADA que é linda!

No teu poema

Aqui fica o vosso poema:



No teu poema
Existe um verso em branco e sem medida
Um corpo que respira, um céu aberto
Janela debruçada para a vida
No teu poema existe a dor calada lá no fundo
O passo da coragem em casa escura
E, aberta, uma varanda para o mundo.
Existe a noite
O riso e a voz refeita à luz do dia
A festa da senhora da agonia
E o cansaço
Do corpo que adormece em cama fria.
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe o grito e o eco da metralha
A dor que sei de cor mas não recito
E os sonhos inquietos de quem falha.
No teu poema
Existe um cantochão alentejano
A rua e o pregão de uma varina
E um barco assoprado a todo o pano
Existe um rio
A sina de quem nasce fraco ou forte
O risco, a raiva e a luta de quem cai
Ou que resiste
Que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
Existe a esperança acesa atrás do muro
Existe tudo o mais que ainda escapa
E um verso em branco à espera de futuro.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Kung Fu & Futebol