A vida ensinou-me...
A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para que possa mostrar-lhes que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros. Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;Ouvir todos aqueles que só precisam desabafar; Amar os que me magoam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;A alegrar a quem precisa;A pedir perdão;A sonhar acordado;A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);A aproveitar cada instante de felicidade;A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;Ensinou-me a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las;A ver o encanto do pôr-do-sol;A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;A abrir minhas janelas para o amor; A não temer o futuro;Ensinou-me e continua a ensinar-me a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi e a usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, dando-lhe a forma que eu escolher.
Charles Chaplin


E quando parece que as coisas não podem piorar, a vida vira as costas de vez! Todos os projectos que acreditas-te serem o teu futuro parecem perdidos e todos parecem dissolver-se, curiosamente, de forma simultânea. Bem... daí questionas o porquê de tudo estar a virar as costas quando no ínicio desses mesmos projectos pensavas poderem constituir aquela oportunidade de caminhar rumo ao futuro desejado e merecido. Agora que o teu céu revela prenúncios de maus tempos,abres o coração e tentas perceber desesperado as razões de tal abandono. Tudo aquilo em que acreditavas cegamente que seriam os teus projectos, os trilhos do teu sucesso, renegam-se à tua verdade, à tua vontade, ao teu querer, uma espécie de punhais cravados no teu ego, fazendo gritar em silêncio a tua alma, que outrora resplandecera de alegria por te sentir capaz de responder aos desafios colocados. Perdes-te uma batalha, mas não a guerra. Chora, mas não baixes os braços e luta com as tuas armas, aquelas que fazem justiça à tua dignidade, ao teu querer e à tua própria justiça.